Começar pela pergunta certa
Parte de sons que as pessoas do grupo conseguem pronunciar. Junta poucos elementos e verifica se a palavra resultante não tem um significado indesejado noutra língua relevante. Apresenta-a como invenção, com uma história assumidamente criativa.
Uma situação concreta
Um nome inventado pode ter uma explicação bonita, mas não deve ser anunciado como palavra celta ou élfica sem uma fonte verificável. A ficção funciona melhor quando não finge ser etimologia.
Decide como se escreve antes de explicar
Diz a palavra inventada e pede que alguém a escreva. Se surgirem muitas grafias plausíveis, escolhe uma forma mais simples ou assume que vais ter de a soletrar. Depois pesquisa a grafia e aproximações nas línguas relevantes para o grupo.
A armadilha a evitar
Inventar não significa partir de zero em termos de direitos: a combinação pode já existir. Também não dá licença para atribuir uma tradução sem fundamento. Uma origem declaradamente ficcional pode ser rica e honesta ao mesmo tempo.
Leva isto para a próxima sessão
Dita a palavra inventada e recolhe as grafias propostas. Pesquisa a forma escolhida e as aproximações mais óbvias nas línguas relevantes. Apresenta a origem como criação do grupo, sem atribuir traduções a línguas que não foram investigadas.